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martes, noviembre 27, 2018

Carta aberta de um médico cubano ao presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.


 Carta aberta de um médico cubano ao presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. 
Caro Presidente eleito Jair Bolsonaro,
Confesso-lhe, desde já, uma coisa: não pensei começar esta carta assim, desta maneira. Tinha pensado em algo mais emocional, mais elaborado. Mas não tenho outra escolha, Sr. Presidente, sou uma cubana de pura cepa, tenho açúcar e tempero no sangue, pelo que devo contar-lhe a primeira coisa que me vem à mente: Que maravilha poder chamar a alguém presidente, e realmente sentir isso, sem fingir ou aparentar!
Talvez não entenda. Ou sim. Talvez esteja muito bem informado sobre o que nós, cubanos, vivemos durante todo este tempo, pouco mais de meio século, veja só quanto tempo! Um só homem a governar até há poucos anos. Outro, irmão dele, a governar por outro punhado de anos. E agora um fantoche mal nomeado e pior formado, a governar como se fosse um presidente.
Se ler esta carta que escrevo à meia-noite, esgotada, tensa, com uma enorme dor de cabeça e nervos à flor da pele, mas feliz por ser livre, gostaria que soubesse uma coisa: esta é a primeira vez que me dirijo a um presidente com orgulho e honra. E esse ganhou-o antes mesmo de assumir o comando deste belo e hospitaleiro país em que vivo há três anos, colaborando dentro das minhas possibilidades e aprendendo a amar, respeitar e curar as feridas físicas e espirituais do seu povo.
A minha carta é um pedido de ajuda, Presidente Bolsonaro. E na minha carta estão as vozes de cerca de vinte colegas meus, todos do município de Ponta Grossa, todos nós que nos conhecemos e decidimos não fazer o caminho de regresso. Por isso digo: não vamos voltar para Cuba. Não queremos voltar à escravidão real, apesar de termos passado alguns anos nesta escravidão virtual que é trabalhar para que outros enriqueçam com o nosso sacrifício.
Mas pedimos-lhe ajuda, dizia eu. Com humildade e gratidão. Com bondade. Com o sentimento tão bonito que é gerado por saber que o senhor, presidente democraticamente eleito, pensou nos nossos salários e nas nossas famílias cem vezes mais do que os nossos concidadãos que, supostamente, deveriam velar por nós.
Estamos desesperados, Sr. Presidente. Assume a seu cargo o Brasil em janeiro e isso ocorre num momento de alta tensão nacional. Terá de se ocupar primeiro do seu país e depois de nós. E não sabemos o que fazer agora, a não ser confiar na sua palavra de que nos protegerá com o asilo político para todos os que decidirem, como eu, não voltar.
O governo de Raúl  Castro/Díaz-Canel quer que regressemos antes de 5 de dezembro. Quase um mês antes de que possa fazer algo por nós. Se escolhermos agora fugir, não entrar nesses aviões, se dissermos aos nossos entes queridos por telefone para não esperarem por nós, pelo menos por agora, estaremos a assinar pelo menos oito anos da agonia da distância... E não sabemos o que fazer agora no Brasil.
A quem nos dirigirmos. Como pedir ajuda. Como continuar a trabalhar. Quem nos vai pagar. Quem vai responder por nós, que a partir desse momento seremos párias sem país ou apoio, quase desterrados.
Tenho uma menina de doze anos em Cuba. É melhor não lhe dizer como é terrível sabê-la longe de mim. Até à última gota de suor, até ao último centavo, as minhas últimas forças serão, a partir deste momento, dedicadas ao momento em que possa reunir-me com ela aqui. Na nossa nova terra da liberdade. Num Brasil que me ensinou a maravilha da liberdade, mesmo quando o seu governo anterior conspirou com o do meu país para nos roubar três quartos do que ganhamos a salvar vidas nestas terras sul-americanas.
Quando decidimos aceitar esta escravidão moderna, assinando contratos que nos tratavam como bolseiros, como semiprofissionais, maltratados e mal remunerados, foi por desespero: queríamos progredir. Como milhões de outros cubanos, professores, dentistas, atletas, engenheiros.
Queríamos dar aos nossos filhos um futuro melhor do que o que vivíamos num país sequestrado por uma família, imagine: uma única família, um único apelido que vem mandando naquela ilha há sessenta anos! Não somos hipócritas. Não somos oportunistas. Somos vítimas em busca de oxigénio fora da prisão em que nos calhou viver.
Não queremos apenas ficar: queremos que se sinta orgulhoso de nós. Da nossa coragem e do nosso esforço. Queremos continuar a tratar dos vossos pacientes, a curar os mais velhos, a dar à luz os filhos dessa terra linda onde a mandioca, a feijoada, o samba, o futebol e o amor a Deus se tornaram tão nossos, muito dos nosso corações, como o arroz com feijão, café, a salsa e a bola.
Para isso, para cumprir um mandato que lhe exigiu tratar-nos com decoro quando os mandantes do nosso país nos trataram como escravos, precisamos de uma última ajuda. O caminho legal para agora mesmo, e não para janeiro. Como estabilizar-nos agora mesmo, enquanto não chega a sua concessão de asilo.
Eu não posso dizer-lhe o meu nome, Sr. Presidente. Não por mim, que nada podem fazer contra mim, porque já sou livre. Já decidi ser livre. Pela minha família. Pela minha filha. Pelos meus pais, adoentados e exaustos pelas visitas e ameaças da polícia política cubana. Pelo que possam fazer-lhes a eles lá, onde não têm defesa nem embaixadas solidárias, diplomacia, nem imprensa livre.
É por isso que permaneço no anonimato e lhe envio um beijo sem protocolos ou artifícios, apenas com um sorriso, talvez com algumas lágrimas nos olhos, com a nobreza de quem pede esmola, mas sem espingardas: a nossa maneira de entender que no está por diante, também será o presidente por quem rezaremos para que faça o melhor que puder por esta bela nação e por nós: estes médicos que já tanto lhe devemos.
Jair Bolsonaro, mais médicos, Brasil, Cuba, Brasil Saude, Raúl  Castro, Díaz-Canel,

martes, noviembre 20, 2018

Declaração dos Médicos Cubanos Livres para o Brasil.


Uma declaração de médicos cubanos no Brasil chamou: Médicos cubanos livres, liberaram seus pontos de vista sobre a decisão fatídica do regime comunista em Havana para retirar todos os médicos cubanos contratados para trabalhar no programa Mais médicos. Essa afirmação mostra as verdadeiras raízes dos cubanos e especialmente dos profissionais médicos que demonstram sua vocação de serviço e sua nobreza de ação em sua atuação como médicos em seu trabalho no Brasil. Eles sabem como homenagear os brasileiros e aquele país que eles admiram e respeitam. Em seguida a declaração:

"Somos médicos livres do jugo da ditadura cubana"
Povo brasileiro.                                       
Nós, médicos cubanos livres atualmente residindo no Brasil, temos experiência de trabalho internacional em vários países, bem como no Brasil, onde trabalhamos nos lugares mais intrincados da geografia brasileira e outros não tão inóspitos, mas, que da mesma forma, careciam de acesso e acompanhamento médico.
Nesta oportunidade nos dirigimos a vocês para expressar nossa solidariedade e reiteramos o compromisso profissional e humano de atendê-los onde formos chamados. Cumprindo assim, nosso dever cristão e hipocrático, de proteger, amar, cuidar e defender ao próximo, como é nosso dever sagrado.
Depois de um começo difícil, onde superamos a resistência da classe médica brasileira e a barreira da língua, as quais conseguimos vencer com amor, humanismo e profissionalismo, além de respeito e admiração pelo nosso trabalho, alcançando um nível de aceitação de mais de noventa por cento dos beneficiários do Programa de Médicos no Brasil.
Hoje, como vocês, estamos tristes e solidários com nossos colegas cubanos, que por decisão do governo de Cuba serão retirados do Programa Mais Médicos. Estamos acompanhado a grande campanha da mídia, dentro e fora de Cuba, especialmente no Brasil, onde responsabilizam erroneamente o presidente eleito, Jair Bolsonaro, por essa decisão.
O governo cubano decidiu unilateralmente abandonar o Programa Mais Médicos no Brasil, em desrespeito e ofensa para com os seus médicos e com a população brasileira deixando-a sem atendimento de maneira totalmente irresponsável, culpando o presidente eleito por não ceder ao acordo, quando o verdadeiro motivo foi que Bolsonaro declarou que iria repassar o valor total do salário ao médico prestador de serviço no Brasil e não ao governo cubano através da OPAS, como estava sendo feito até agora, onde
O governo Cubano repassa ao médico em torno de 30% do real valor pago pelo governo brasileiro. Bolsonaro também defende que os médicos possam trazer sua família e prestem a prova de revalidação.

(Foto: em que ri por último ri melhor)

Como era esperado, o governo cubano nunca aceitaria ficar fora desse negócio, eles nunca aceitariam que seus "escravos", aprendessem o doce sabor da liberdade.
Esse vil Governo prefere renunciar o acordo e continuar o seu falso discurso humanista, mas dessa forma mostra suas verdadeiras intenções para com os seus patriotas cubanos que é continuar com a exploração e escravidão velada.
Nós, que aprendemos a amar a nobreza, o espírito empreendedor e o amor pela liberdade do povo brasileiro, continuaremos nesse país que nos acolheu com respeito e amor e ao lado desse povo enfrentaremos juntos todas as jornadas que estão por vir, colocando-nos a disposição para trabalhar naquilo que estudamos, amamos e fazemos de melhor, que é cuidar da saúde da população com respeito e dedicação necessários.
Nós Médicos Cubanos Livres, residentes no Brasil, hoje na grande maioria desempregados ou em sub-empregos afim de viver com dignidade e liberdade, como homens livres que merecemos ser e que para isso pagamos o preço de viver longe de nossos familiares, sendo considerados desertores, por esse governo cubano desumano, que nos colocamos a disposição do Governo Federal para trabalharmos de imediato onde for necessário, e também a prestar a prova de revalidação de diplomas, conforme as leis brasileiras vigentes.
“Estamos juntos nesta caminhada”
Brasília, 19 de novembro de 2018

miércoles, noviembre 14, 2018

El régimen Castro comunista pone fin al programa de Mais Médicos con Brasil.



Ante la posibilidad de perder el control de los más de 10 mil médicos cubanos devenidos en esclavos de bata blanca, expoliados por el régimen y ayudados por los testaferros de la Organización Panamericana de la Salud. Ante la abundante información de las condiciones arbitrarias de estos contratos, la diseminación de una información que ha ocupado buen aparte de los medios después de la elección de J Bolsonaro como nuevo Presidente del Brasil que ha socavado la narrativa de la dictadura; la parte cubana no le queda otra alternativa que irse lo antes posible con sus médicos del Brasil no ocurra que también se quede sin buena parte de esos médicos. Es probable que estén pensando en enviarlos a Venezuela. A continuación la declaración de los esclavistas y negreros del Ministerio de Salud de Cuba:

 Declaración del Ministerio de Salud Pública.
El Ministerio de Salud Pública de la República de Cuba, comprometido con los principios solidarios y humanistas que durante 55 años han guiado la cooperación médica cubana, participa desde sus inicios en agosto de 2013 en el Programa Más Médicos para Brasil. La iniciativa de Dilma Rousseff, en ese momento presidenta de la República Federativa de Brasil, tenía el noble propósito de asegurar la atención médica a la mayor cantidad de la población brasileña, en correspondencia con el principio de cobertura sanitaria universal que promueve la Organización Mundial de la Salud.
Este programa previó la presencia de médicos brasileños y extranjeros para trabajar en zonas pobres y apartadas de ese país.
La participación cubana en el mismo se realiza a través de la Organización Panamericana de la Salud y se ha distinguido por ocupar plazas no cubiertas por médicos brasileños ni de otras nacionalidades.
En estos cinco años de trabajo, cerca de 20 mil colaboradores cubanos atendieron a 113 millones 359 mil pacientes, en más de 3 mil 600 municipios, llegando a cubrirse por ellos un universo de hasta 60 millones de brasileños en el momento en que constituían el 80 por ciento de todos los médicos participantes en el programa. Más de 700 municipios tuvieron un médico por primera vez en la historia.
La labor de los médicos cubanos en lugares de pobreza extrema, en favelas de Río de Janeiro, Sao Paulo, Salvador de Bahía, en los 34 Distritos Especiales Indígenas, sobre todo en la Amazonía, fue ampliamente reconocida por los gobiernos federal, estaduales y municipales de ese país y por su población, que le otorgó un 95 por ciento de aceptación, según estudio encargado por el Ministerio de Salud de Brasil a la Universidad Federal de Minas Gerais.
El 27 de septiembre de 2016 el Ministerio de Salud Pública, en declaración oficial, informó próximo a la fecha de vencimiento del convenio y en medio de los acontecimientos en torno al golpe de estado legislativo judicial contra la presidenta Dilma Rousseff que Cuba “continuará participando en el acuerdo con la Organización Panamericana de la Salud para la aplicación del Programa Más Médicos, mientras se mantengan las garantías ofrecidas por las autoridades locales”, lo cual se ha respetado hasta este momento.
El presidente electo de Brasil, Jair Bolsonaro, con referencias directas, despectivas y amenazantes a la presencia de nuestros médicos, ha declarado y reiterado que modificará términos y condiciones del Programa Más Médicos, con irrespeto a la Organización Panamericana de la Salud y a lo convenido por esta con Cuba, al cuestionar la preparación de nuestros médicos y condicionar su permanencia en el programa a la reválida del título y como única vía la contratación individual.
Las modificaciones anunciadas imponen condiciones inaceptables e incumplen las garantías acordadas desde el inicio del Programa, que fueron ratificadas en el año 2016 con la renegociación del Término de Cooperación entre la Organización Panamericana de la Salud y el Ministerio de Salud de Brasil y el Convenio de Cooperación entre la Organización Panamericana de la Salud y el Ministerio de Salud Pública de Cuba. Estas inadmisibles condiciones hacen imposible mantener la presencia de profesionales cubanos en el Programa.
Por tanto, ante esta lamentable realidad, el Ministerio de Salud Pública de Cuba ha tomado la decisión de no continuar participando en el Programa Más Médicos y así lo ha comunicado a la Directora de la Organización Panamericana de la Salud y a los líderes políticos brasileños que fundaron y defendieron esta iniciativa.
No es aceptable que se cuestione la dignidad, la profesionalidad y el altruismo de los colaboradores cubanos que, con el apoyo de sus familias, prestan actualmente servicios en 67 países. En 55 años se han cumplido 600 mil misiones internacionalistas en 164 naciones, en las que han participado más de 400 mil trabajadores de la salud, que en no pocos casos han cumplido esta honrosa tarea en más de una ocasión. Se destacan las hazañas de la lucha contra el Ébola en África, la ceguera en América Latina y el Caribe, el cólera en Haití y la participación de 26 brigadas del Contingente Internacional de Médicos Especializados en Desastres y Grandes Epidemias “Henry Reeve” en Pakistán, Indonesia, México, Ecuador, Perú, Chile y Venezuela, entre otros países.
En la abrumadora mayoría de las misiones cumplidas los gastos han sido asumidos por el gobierno cubano. Igualmente, en Cuba se han formado de manera gratuita 35 mil 613 profesionales de la salud de 138 países, como expresión de nuestra vocación solidaria e internacionalista.
A los colaboradores se les ha mantenido en todo momento el puesto de trabajo y el 100 por ciento de su salario en Cuba, con todas las garantías laborales y sociales, como al resto de los trabajadores del Sistema Nacional de Salud.
La experiencia del Programa Más Médicos para Brasil y la participación cubana en el mismo demuestra que sí se puede estructurar un programa de cooperación Sur-Sur bajo el auspicio de la Organización Panamericana de la Salud, para impulsar sus metas en nuestra región. El Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo y la Organización Mundial de la Salud lo califican como el principal ejemplo de buenas prácticas en cooperación triangular y la implementación de la Agenda 2030 con sus Objetivos de Desarrollo Sostenible.
Los pueblos de Nuestra América y del resto del mundo conocen que siempre podrán contar con la vocación humanista y solidaria de nuestros profesionales.
El pueblo brasileño, que hizo del Programa Más Médicos una conquista social, que confió desde el primer momento en los médicos cubanos, aprecia sus virtudes y agradece el respeto, sensibilidad y profesionalidad con que le atendieron, podrá comprender sobre quién cae la responsabilidad de que nuestros médicos no puedan continuar prestando su aporte solidario en ese país.
La Habana, 14 de noviembre de 2018

domingo, diciembre 04, 2016

Castro's legacy: Cuban doctors still go abroad, but it's no longer driven by international solidarity

It used to be one of Fidel Castro’s flagship methods of spreading international communist solidarity to the rest of the world: sending doctors abroad. But in recent years, it also became a way for the US to tempt doctors to defect.
In early 2016, the Obama administration indicated it might put an end to a programme that offers Cuban doctors on international missions an American visa if they want to defect. Since it was set up by the Bush administration in 2006, 7,117 visa applications have been approved by the US Cuban Medical Parole Programme.
For some Cuban doctors I have spoken to as part of my ongoing research, the possibility of a US visa was the sole incentive for them to apply for a mission abroad. As one doctor I interviewed in Miami said to me, the only reason she solicited a mission in Eritrea was because it offered her an opportunity to escape from Cuba and start a new life in the US.
While the indications that this programme could stop came as part of the rapprochement between Cuba and the US, there is renewed uncertainty about the future of Cuba-US relations with the election of Donald Trump.

Soft medical power

But the history of Cuban doctors spending time on a mission abroad goes back much longer – and did not start with the goal of a new life in America.
The programme started shortly after the US embargo was implemented and Cuba was expelled from the Organisation of American States in 1962. Sending international missions abroad was a way of establishing new international relations, helping Cuba out of this forced isolation. In 1963, the Caribbean island initiated its first long-term international solidarity programme by sending a group of doctors to Algeria for 14 months.
Since then, Cuban health care professionals have offered their services all over the world – from Africa and South America to Portugal. Official numbers published by the Cuban newspaper Granma in 2014 reported that 131,933 Cuban doctors have participated since the early years of the revolution in missions to more than 107 countries. These international solidarity missions offer disaster relief, help when epidemics, such as the ebola outbreak in West Africa, arise, and provide health care provision in remote areas where patients have never had access to a doctor.

Motivations have changed

Through my ongoing oral history research, interviewing Cuban health care professionals both living in Cuba and abroad, I have seen a clear shift in the motivations for why people take part in missions overseas. While 50 years ago they were motivated by humanitarian passion and revolutionary conviction, economic interests and a chance to escape Cuba now drive their desire to work abroad.
Sergio (not his real name), is a retired doctor I interviewed in Cuba in July 2016. He first went on a mission in 1974 to Equatorial Guinea, then again to Haiti in 2002 and to Botswana in 2014. In the 1970s, participating in a mission was an honour as it was a way to help other countries in need, as well as to support the Cuban Revolution. As Sergio explained:
I saw many needs. I identified a lot with the programme of the revolution. Why was the Cuban internationalism necessary? Everything we did, we did it with love, with affection. The little we had, we gave it.
Although there were some economic incentives, such as the opportunity to buy a car, the main reason they took part at that time was a revolutionary passion, a humanitarian conviction, and possible career development upon their return. It wasn’t easy – and participation often meant 11 months away from their families with limited contact possibilities. Yet they were proud to provide support to the revolutionary process and health care to those in need. As Sergio said of his first mission:
From a personal point of view, it was very unpleasant, but I came back very happy, with my internationalist card of the mission accomplished.
Although the 1980s were a good economic period for Cuba, the fall of the Soviet Union changed everything. Two of the doctors I interviewed who were on a mission in Africa between 1989 and 1991 said that when they returned to Cuba, they were confronted with a country that wasn’t the one they had left two years earlier.
The economic consequences for Cuba were devastating. During what has been called the “special period in time of peace”, food became scarce, apagones (power cuts) were common, and Cuban people had to come up with ways to survive. This readjustment to the new economic circumstances, known as la lucha (the struggle), changed Cubans’ mindsets.
Many health care professionals opted to apply for missions at that time out of financial necessity. Sergio explained to me that he decided to go to Haiti “because I needed to eat. My salary here wasn’t enough”. Although not high, the salary paid to the internationalists is still much better than the one they receive in Cuba.

Cuban doctors gather in Havana. Alejander Ernesto/EPA

The 21st century has been marked by mass missions in South America. Thousands of Cuban health care professionals were working in Venezuela under the government of Hugo Chavez, and many of them are still sent there on a regular basis to work with the Mais Medicos programme in Brazil.
There is no doubt that participating in these missions has improved the financial situation of those who have taken part and their families. Some have saved to renovate their houses, others to purchase goods they would never have been able to afford in other circumstances. But this money never lasts very long because, as Sergio explains, everything is very expensive in Cuba, despite the country’s economic situation.

Impact on Cuban society

One of the common criticisms of sending Cuban doctors abroad is that it is a form of “selective humanitarianism” that diminishes the number of doctors in Cuba. Many of the people I talked to in Cuba during my research said they had to go to another health clinic, known as a consultorio, because their doctor was working on a mission abroad.
Cuban families have also suffered due to the prolonged separations linked to the missions. There are no official numbers about divorces linked to the international solidarity programme, but many of the participants involved explained to me that many couples separated – some of whom had defected to the US.
Being part of the international solidarity programme has been a very enriching and eye opening experience for many health care professionals, both from a professional and a personal perspective. But it has a complicated legacy and may not have always resulted in the best for the Cubans left behind.
The Conversation
Stéphanie Panichelli-Batalla, Lecturer in Spanish and Latin American Studies, Aston University
This article was originally published on The Conversation. Read the original article.

sábado, enero 31, 2015

Pedido a los medios de difusión, de los médicos cubanos establecidos en Brasil como parte del programa Mais Médicos, para no ser separados de sus familiares con los que están en ese país.

Este es un documento que circula por internet y que hemos recibido. Lo incluimos aquí tal y como ha sido redactado. Sin incluir una nota introductoria toda vez que este Blog ha dado suficiente información sobre los médicos cubanos enviados por el gobierno de la Isla al Brasil como parte del programa Mais médicos. A continuación el documento recibido :
Cuando se crea el programa Mais Medicos, Brasil como país serio que respeta la familia y da el valor que merece a la unión indisoluble de esta, emite una ley que facilita a la familia de los médicos participantes en el programa tener a su lado la familia por el tiempo que trabajen en Brasil, como hacen la mayoría de los países que contratan personal extranjero.
Es triste que nuestro país, Cuba, que define la familia como Célula Fundamental de la Sociedad y defensor de los derechos humanos sea quien se oponga a que los colaboradores que trabajamos en Brasil y que aportamos cifras importantes de dinero a los cofres del estado cubano, no podamos estar juntos con nuestra familia por el  tiempo que estemos en el exterior.
Es difícil de entender como el país que dice luchar por igualdad social, e iguales derechos de los ciudadanos autoriza que embajadores y personal diplomático pueda estar junto a su familia mientras nosotros, trabajadores dignos que hemos dedicado largos años de nuestras vidas a trabajar fuera del país en misiones convocadas por el gobierno, no podemos tener los mismos derechos que otros cubanos.
¿Qué han hecho por nuestro país más que nosotros,  un cónsul,  un embajador o personal diplomático? ¡Ah! ¡Ellos si tienen ese derecho!
Si de derecho se trata,  nosotros tenemos mucho más, pues inyectamos dinero a nuestro país y que hoy por hoy las misiones médicas son la principal fuente de ingreso al país, gracias a nuestro sacrificio aunque muchos no lo vean de ese punto de vista, es verdad que recibimos un pequeño beneficio pero nunca comparado con lo que aportamos al estado ni con el tamaño de nuestro sacrificio de abandonar hasta nuestra familia por cumplir con la patria.
Es triste ver como a nuestros dirigentes y ministro en particular, que es quien prohíbe esto,  solo nos ven como un medio de producción que ingresa dinero para el país y no como el ser humano, como el trabajador que ya tiene varios años sustentando el país, que muchos tenemos más de 8 años fuera de nuestras casas y unos con menos convicción que otros pero todos trabajamos para el gobierno más que para nosotros mismos ¡eso también se sabe!
Nos tratan como a una propiedad, no como trabajadores dignos que le hemos entregado más de nuestro tiempo al trabajo y a servirle al gobierno que a nuestros hijos y esposa o esposo.
Aquí en Brasil no es prohibido tener relaciones con una brasileña inclusive casarse, ahora vivir aquí con mi legitima esposa de 20 años de casados por más de un mes es una indisciplina según el Ministro de Salud de Cuba. ¡Hasta ahí llega lo absurdo del gobierno cubano!
 Traer a nuestra familia no es ilegal ni por las leyes cubanas ni por la brasileñas solo es ilegal para nuestro ministro de salud pública que solo nos impone esto y sin darnos una razón, pues si no enviamos a nuestros familiares antes del próximo domingo 1ro de Febrero nos será interrumpida la misión, cosa que no fue firmado en nuestro contrato con Cuba, solo que ahora el Ministro de Salud haciendo uso y abuso de su jerarquía y sabiendo que tiene pleno control y dominio sobre nosotros nos impone eso. Esperemos ustedes buenos periodistas se adelanten y publiquen esto o lo pasen al ministerio de Salud Pública como una gran insatisfacción ….y como buenos periodistas busquen ser los primeros con la información antes que en pocos días nos quieran obligar a sacar nuestra familia de aquí para que el mundo se entere de la atrocidades de nuestro gobierno
Les enviamos abrazos de médicos cubanos que nos sentimos apuñalados una vez más por el Ministerio de Salud de Cuba.
Cora Lima (nombre falso de un médico cubano que desea proteger su integridad)

miércoles, octubre 08, 2014

“…., O grande legado dos médicos cubanos será ensinar como se trata a população de forma humanizada…,”

Caro amigo,
Todas as pesquisas de opinião revelam que o acesso a um sistema de saúde qualificado é a prioridade dos brasileiros. Tanto na saúde pública quanto  na saúde complementar,o Brasil avançou muito desde a década de 90. Mas, com certeza, há muito a fazer.
Assegurar os direitos de cidadania na saúde previstos na Constituição brasileira é tarefa complexa e trabalhosa. Exige liderança, experiência  e clareza estratégica, e demanda capacidade de diálogo para a construção das parcerias necessárias, principalmente com os médicos brasileiros que são e serão protagonistas insubstituíveis na construção, no Brasil, do sistema de saúde dos nossos sonhos. Desafio como esse não comporta amadorismo, não demanda aventuras, requer liderança política e capacidade de gestão.
Aécio Neves
Como presidente da República, irei aumentar os investimentos do Governo Federal,apoiando o projeto de lei de iniciativa popular endossado por entidades da sociedade civil que arrecadou mais de 3 milhões de assinaturas em defesa da aplicação de 10% da Receita Corrente Bruta da União exclusivamente para a saúde. Vamos profissionalizar a gestão do Ministério da Saúde, da ANS, da ANVISA e de todos os órgãos ligados ao sistema, qualificar a atenção primária e ampliar o acesso aos serviços ambulatoriais e hospitalares.
O atual governo, na discussão e implantação do programa que ganhou o  nome de MAIS MÉDICOS, atropelou o diálogo, mistificou a discussão, desrespeitou  os profissionais brasileiros e tentou jogar a população brasileira contra  nossos médicos.
Ninguém pode ser contra mais médicos para atender a nossa população. Mas dizer, como o fez a candidata à reeleição, que o grande legado dos médicos cubanos será ensinar como se trata a população de forma humanizada é desrespeitar os médicos brasileiros, construindo no imaginário popular uma caricatura injusta.
Ora, por que juízes e promotores vão para o interior e os médicos não? Porque não há carreira, retaguarda, segurança e parceria estratégica.
Como presidente, vou viabilizar a Carreira Médica Nacional do SUS, assim como para os  demais profissionais de saúde, e manter um diálogo permanente com as categorias, assegurar agências regulatórias regidas pela meritocracia e pela eficiência para garantir o bom convívio entre operadoras, prestadores e profissionais da saúde complementar. Também  vamos criar um programa de financiamento pelo BNDES  para que jovens  profissionais de saúde tenham acesso a consultórios.
O atual governo rompeu com os médicos brasileiros, expondo-os a uma tentativa de execração diante da opinião pública brasileira, como se bastasse importar médicos cubanos para encontrar as respostas que há 26 anos o SUS procura. Sabemos  todos que isso é mentira e uma fuga da  busca de soluções sólidas e duradouras.
É preciso dar um basta nessa situação! O Brasil e o nosso sistema de saúde exigem mudanças profundas. Introduzimos avanços importantes em Minas e conheço os caminhos para a mudança necessária.  
Por isso, venho pedir o seu apoio, o de seus colegas de trabalho, familiares e pacientes.
O atual governo faz mal à saúde. Vamos juntos, com diálogo e parceria, avançar na construção do sistema de saúde que os brasileiros desejam e merecem.
Um abraço fraterno,
Aécio Neves

Para os médicos e pra todas as pessoas que precisam ou vão precisar do sistema de  saúde!

lunes, septiembre 15, 2014

Sorprendido un médico cubano en Brasil haciendo proselitismo político en una Logia.

¿Quién es Jesús Velásquez?
Hace unas semanas, personal de las fuerzas armadas encontraron, por casualidad, al cubano Jesús Velásquez, un supuesto "agente de la Salud" del programa "Más médicos", entregado a un ferviente proselitismo en una logia masónica del interior de Paraíba.
Mapa de distribuição dos profissionais
 do Mais Médicos pelos municípios. Fonte: Veja
Velásquez – o cualquiera que sea su nombre verdadero-,  no debía  estar allí. Había sido designado  para atender a un población pobre  de un municipio del área interior de Pernambuco. Cuando se le confronto que se encontraba frente a representantes del Ministerio de Defensa del Brasil, este palideció.
Los militares lo  fotografiaron e interrogaron para posteriormente informar a sus superiores y a la Superintendencia de la Policía Federal en João Pessoa.
El Ministerio de Defensa y el Ministerio de Asuntos Exteriores, en Brasilia, no tenían dudas de que La Habana enviaría informantes y activistas del Partido Comunista de Cuba mezcladas con la alegre tropa de médicos y otros profesionales de la salud que fueron contratados  por el Ministerio de Salud del Brasil para interiorizar la atención de salud en el país.
Para leer todo el articulo hacer clic en el enlace abajo señalado.

Fuente:  DefensaNet

domingo, agosto 17, 2014

The story behind Cuba’s deal to send doctors to Brazil.

By Daniel A. Medina  July 16, 2014
Last summer, long before before Brazil was demolished 7-1 by Germany in the World Cup, the country faced a crisis of another sort. Millions of citizens marched in cities across the country to demand wholesale reforms to the country’s crippled public health care system, which faced huge shortages of doctors and a failing infrastructure.
That’s when the tiny island nation of Cuba stepped in to this neglected area of the world’s seventh-largest economy.
Under Brazil’s Mais Médicos (“More Doctors”) program, which pays foreign physicians to work in undeserved areas of the country, Cuba sent 4,500 doctors to rural areas in the Amazon and to the undeserved slums known as favelas in its booming cities. The move angered Brazil’s doctors’ unions, who protested outside hospitals, and the Brazilian Medical Association filed a lawsuit in the country’s Supreme Court questioning its existence. Protestors denounced the program as only a temporary solution to a systemic problem, saying the changes should come internally, not by importing doctors.
Brazil currently has 1.9 physicians per thousand people, according to the World Bank, one of the lowest doctor-to-patient ratios in the world. In the country of roughly 200 million, the disparity is so pronounced that some remote areas have virtually no doctors to serve patients. Cuba, on the other hand, has 6.7 physicians per thousand people, the highest number of doctors in proportion to population in the world, and some of the lowest annual costs for medical care.
Cuba-has-many-doctors-and-cheap-care-Physicians-Cost-of-Care_chartbuilder
Financial rewards for both countries
Despite the lack of popular support, the Mais Médicos program was a win-win for both countries. Cuba received $270 million dollars a year from the Brazilian government, hard currency that Havana desperately needs to ease inflation. The deal further enhanced the prestige of Cuba’s long-heralded international medical program, which exports doctors every year to developing countries. And as well as easing its medical crunch, Brazil increased its already privileged access to one of the world’s last untapped markets. Cuban president Raúl Castro has in recent years implemented gradual reforms to the state-controlled economy, and Brazil has positioned itself as a major player in the country’s redevelopment.
Bazilian exports to Cuba have quadrupled over the past decade to $450 million a year, mostly in agriculture, as the country has become a top food supplier to Havana. But Brazil’s most lucrative project in Cuba is a $900-million two-phase modernization of the Port of Mariel by the construction behemoth Odebrecht. Cuba’s only deep-water port is located 30 miles north of Havana, and it is there that Cuba will establish a special economic zone that will be open to non-state owned companies. When that happens, Brazilian companies appear to be first in line.
“The project has depended on important financing from the Brazilian government at advantageous terms,” said president Castro at a ribbon-cutting ceremony this past January to open the port’s first phase. “And it has not only been a great help in building the container terminal, but also in other public works such as highways, networks, rail lines and dredging the bay.”
Brazilian president Dilma Rousseff and Cuba’s Raúl Castro were all smiles at the port renovation’s ribbon-cutting.REUTERS/Miraflores Palace Handout
An increase in doctors means political rewards for Rousseff
Brazilian president Dilma Rousseff this year faces reelection in what looks likely tobe the fight of her life. Corruption, government mismanagement of the economy, and soaring inflation are just some of the problems saddling her administration. Brazilians are also still angry about how much the government spent to host the FIFA World Cup, estimated at $11.3 billion dollars in public spending alone—the most expensive in tournament history. With her eroding popularity, Rousseff’s best hope is to reach the poorest Brazilians that have long been the backbone of her Workers Party.
By sending these long-neglected citizens doctors and essential medical care through the Mais Médicos program, she may well reap the benefits at the ballot box. Rousseff has pointed to the program as evidence that she responded to last summer’s nationwide protests. And although it has faced some problems, most Brazilians appreciate its results.
Will the program last?
A March nationwide poll showed national approval of the program at 67%. Support is highest in the country’s poor northeast, at 72%, where the most doctors are concentrated. In fact, the program has been so popular there that other states are copying it. In the state of Sao Paolo, the leading opposition PSDB (Partido da Democracia Social Brasileira) party has sent doctors into the state’s interior to reach its poorest residents.
President Rousseff remains unpopular amongst the country’s middle class. That won’t matter, however, if she can win the hearts and minds of the poorest Brazilians, who still make up a majority of the electorate.
Dilma, as she is affectionately known amongst her supporters, can only hope that these voters will come out in droves and give her the victory that the Seleção couldn’t give the nation on the football pitch. Cuba will be watching, too.
   Fuente: QUARTZ

lunes, marzo 31, 2014

Médico cubano, del programa Mas Médicos, es encontrado muerto en un hotel en Brasilia.

El Ministerio de Salud no informó el nombre del médico, que tenía 52 años. Participó en un curso de capacitación, la policía investiga el caso de suicidio.
Un médico cubano que participaba  en el programa Mais Médicos del gobierno federal, fue encontrado muerto en una habitación  del Hotel Nacional, en Brasilia, en la tarde del lunes 31 de marzo. La policía está investigando la causa de la muerte. Existe la sospecha de que había  cometido suicidio – una…, envolvía su cuello.
Los expertos de la Policía Civil pasaron cerca de una hora y media en el lugar. El cuerpo fue encontrado por una criada alrededor de las 14h. El médico estaba apoyado en una ventana de la habitación donde se alojaba, que está en la cuarta planta del hotel.
Cortina para fora de quarto de hotel onde médico cubano foi achado morto nesta segunda (31) em Brasília (Foto: Lucas Salomão/G1)
El Ministerio de Salud no dio a conocer el nombre del médico, pero dijo que tenía 52 años. No estaba atendiendo a pacientes, participó en una de las etapas del curso dado a los médicos extranjeros inscritos en el programa.
El trabajo de los expertos fue acompañado por funcionarios de  la embajada cubana  en Brasilia. La embajada de Cuba informara a los  familiares del médico acerca de su muerte.
Después de que el cuerpo se libera por el Instituto Forense de Brasilia, será llevado a Cuba. El servicio de transporte será responsabilidad de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) , según el Ministerio de Salud.
Un empleado del hotel, quien pidió no ser identificado, dijo que el doctor tenía problemas maritales  en su país.
Investigación: La Policía Civil del Distrito Federal informó a través de notas, que investiga el caso como un suicidio. Según la policía, otros médicos conectados al programa federal y el personal del hotel han sido escuchados.
El caso es investigado por la comisaría quinta en Brasilia. Cuando se haya completado, la investigación se refiere al Poder Judicial.

Fuente: O Globo.

lunes, marzo 17, 2014

La capataz de los médicos cubanos en Brasil al descubierto.

La coordinadora de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) en Brasil, la agente cubana  Vivian Chávez Pérez está aquí para vigilar a los esclavos.
La Organización Panamericana de la Salud hace mucho más que servir de fachada en los contratos inhumanos entre los gobiernos de Brasil y Cuba con la finalidad de explorar el tráfico de los esclavos, en lo concerniente al trabajo de los médicos cubanos.
Ella participa activamente en los puestos de control de los esclavos permitiendo el trabajo de los agentes de la policía política del régimen de Fidel Castro; esto pasando por la representantes de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) en los países donde hay esclavos (médicos cubanos) trabajando, para en la práctica fiscalizar el trabajo y coordinar con la policía local  y todo lo que sea necesario para como capataz de esclavos tiene que hacer, hay que cuidar la mercancía.
En Brasil, el a capitã-do-mato mor (encargado de recapturar a los esclavos fugitivos, en Cuba seria el Rancheador), el capataz de los esclavos cubanos, es Vivian Isabel  Chávez Pérez, mira su perfil en Facebook aquí
Colocada  en Porto Alegre, tierra del pseudo- comunista Genro que deportó de manera sumaria a los  boxeadores cubanos fugitivos en un  avión de  Hugo Chávez en 2007, ha ido ganando espacio para hacer su trabajo de policía extranjera en el territorio nacional, con derecho a posiciones en los comités locales, como puede verse  aquí
Ya ha realizado esta función, al menos una vez en Nicaragua en el  2009. CLIC AQUI
En las fotos de abajo, la capataz aparece con los partidarios del Programa Mais Médicos en Porto Alegre, Brasil.


Fuente: Revista Veja.