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jueves, marzo 28, 2013

viernes, marzo 02, 2012

El Hospital donde se consideró el manejo terapéutico de Hugo Chávez.

Se ha especulado sobre la posibilidad de que el Presidente Hugo Chávez fuera tratado del cáncer que padece en un hospital brasileño. Hemos notado aquí en este Blog que la enfermedad del mandatario venezolano ha tenido demasiada connotación política. También hemos incluido la información sobre el hospital en Cuba donde es atendido. Completa esta información lo relativo al hospital en Brasil que, según gestiones realzadas a través del gobierno de ese país, seria la institución que atendería a Hugo Chávez y que no se produjo esta decisión según razones expuestas a la prensa.
A história de serviços à saúde e de responsabilidade social que caracteriza o Hospital Sírio-Libanês ao longo de sua trajetória teve início em 1921, quando um grupo de idealistas e abnegadas mulheres integrantes da primeira geração de imigrantes sírios e libaneses vindos ao Brasil fundou a Sociedade Beneficente de Senhoras. O objetivo desse grupo, liderado por dona Adma Jafet, era oferecer a São Paulo um centro de assistência médica à altura da importância da cidade.
Junto com a Sociedade nascia também o conceito que norteia as ações do Hospital Sírio-Libanês e que se sustenta em três pilares: humanismo, pioneirismo e excelência. As obras para edificação do hospital começaram em 1931 e em 1940 estava concluído o primeiro prédio. Em 1943, o edifício foi ocupado pela Escola Preparatória de Cadetes e retornou à Sociedade somente em 1959.
Em 1962, sob a liderança de dona Violeta Basílio Jafet - então presidente da Sociedade Beneficente de Senhoras -, e com a direção clínica do Dr. Daher Cutait, o Hospital Sírio-Libanês reiniciou suas atividades, construindo a partir dessa data uma história de pioneirismo e de excelência, que o elevaram à condição de referência hospitalar na América Latina. Foi, por exemplo, o primeiro hospital do país a implantar uma UTI (1971) e, também, pioneiro em âmbito latino-americano na utilização de Acelerador Linear com fótons e elétrons (1971).
Usted puede leer toda la información de este hospital haciendo Clic Aquí.

jueves, junio 03, 2010

Los estudiantes de Medicina graduados en Cuba y Bolivia tendrán que validar sus diplomas en Brasil.

DE BRASÍLIA – Médicos formados no exterior, principalmente Bolívia e Cuba, tentarão ainda neste semestre obter autorização para atuar no Brasil.
O primeiro exame nacional para a revalidar diplomas de medicina obtidos no exterior recebeu 502 inscrições, das quais 391 são de estudantes formados nos dois países.
É o desfecho do caso de brasileiros que estudaram em Cuba e queriam trabalhar no Brasil. Esses alunos são indicados por movimentos e partidos políticos para a Elam (Escola Latino-Americana de Medicina).
Eles se queixavam das regras vigentes, em que uma universidade federal analisa o currículo e valida ou não o diploma no país, sem uniformidade nos critérios nem no valor das taxas cobradas.
Em 2003, o Itamaraty começou a negociar uma solução específica para eles, o que gerou críticas do Conselho Federal de Medicina, que viu privilégio aos alunos de Cuba.
Em 2009, então, o Ministério da Saúde decidiu elaborar uma prova comum a todos os interessados, aplicada por 24 universidades públicas.
(Fuente: Folha de S. Paulo 29 de mayo de 2010, cuaderno Cotidiano)
Brasilia - Los médicos formados en el extranjero, especialmente en Bolivia y Cuba, tratará (examinaran) a finales de este semestre para obtener la autorización para ejercer en Brasil.
La primera encuesta nacional de revalidación de títulos médicos obtenidos en el extranjero ha recibido 502 entradas (solicitudes), de las cuales 391 son estudiantes de posgrado de ambos países. (Bolivia y Cuba)
Es el resultado del caso de los brasileños que han estudiado en Cuba y quería trabajar en Brasil.
Estos estudiantes son nominados por los partidos políticos y movimientos de ELAM (la Escuela Latinoamericana de Medicina).
Se quejaron de las normas existentes, donde un plan de estudios de la universidad federal analiza y valida o no la ley en el país sin uniformidad en los criterios o el importe de las tasas aplicadas.
En 2003, el Ministerio de Relaciones Exteriores comenzó a negociar una solución específica para ellos, lo que provocó las críticas del Consejo Federal de Medicina, que vieron a los estudiantes graduados en Cuba como privilegiados.
En 2009, el Ministerio de Salud decidió desarrollar un criterio común a todos los interesados, ejecutado por 24 universidades públicas (del Brasil).