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viernes, septiembre 07, 2018

Exhortación para ayudar al Dr. Oscar Elias Biscet.



Exhortamos  a los cubanos dentro y fuera de la Isla a que se sumen a esta iniciativa, mostrando de esta forma el respeto que merece este luchador en estas sus horas de infortunio.
Les voy a contar una historia terrible. Es la historia de un hombre, su vida. El Doctor Biscet es un médico cubano de 55 años. El régimen cubano intentó quitárselo todo, pero no pudo. Hoy necesita tu ayuda.
A finales de los años ochenta tomó conciencia de las atrocidades que se practicaban en su hospital, de las terribles formas en que se acababa con la vida de los niños en el vientre de su madre. Desde ese momento, guiado por su conciencia, tomó una firme determinación: iba a denunciar la terrible falta de derechos humanos que se vivía en Cuba. En ese momento empezó su calvario.
Dr Oscar Elias Biscet
Fue golpeado, apaleado, encarcelado durante casi doce años, incomunicado, torturado, su familia fue perseguida, su carrera fue destruida, su prestigio machacado… todo intentaron quitárselo, incluida su vida. Pero nunca pudieron machacar su espíritu, su firme determinación de luchar por una Cuba libre, una Cuba en que se respetaran los derechos humanos más básicos, su firme creencia en que una Cuba así, era posible. Hoy necesita tu ayuda.
Necesita tu firma y tu apoyo. Sólo pide que se le vuelva a permitir ejercer su gran vocación, salvar vidas a través de la medicina. Sólo quiere que se le permita moverse libremente como corresponde a cualquier ser humano. Sólo pide justicia.
El Doctor Biscet sigue viviendo en Cuba, no aceptó salir de allí al destierro, él es cubano y ama a su país, no es un delincuente, no tiene porqué huir. Quiere vivir en su país con su familia y quiere que otros muchos puedan hacerlo al igual que él. En él no hay el más mínimo resentimiento, ningún ánimo de revancha, sólo la firme determinación de seguir hasta el final en su lucha por los derechos humanos más esenciales.
Su testimonio no ha pasado desapercibido para nadie: se le concedió la Medalla Presidencial de la Libertad, por el Presidente de los Estados Unidos, George W. Bush, y tiene reconocido el estatus de preso de conciencia por Amnistía Internacional, pero su lucha no busca reconocimientos, solo quiere una cosa: Justicia.
Ayúdale a conseguirla.
Solicito la rehabilitación del Dr. Oscar Elías Biscet, como médico internista. Así mismo solicito se levante cualquier restricción a su libertad, en especial la libertad de circulación para que pueda salir y entrar en Cuba sin ninguna restricción.
Hacer CLIC AQUÍ para firmar la petición. 

martes, septiembre 17, 2013

A saúde pública em Cuba é uma tragédia

Autor(es): Nathalia Watkins.
Veja - 09/09/2013
Do remédio feito com veneno de escorpião-azul, que serve para todo tipo de câncer mas não cura nenhum, aos abortos em série, a saúde pública em Cuba é uma tragédia.
O escorpião-azul (em espanhol, alacran) é um animal peçonhento só encontrado em Cuba. Desde 1995, cientistas da ilha estudam o seu veneno e garantem que é eficaz no tratamento de vários tipos de câncer. A partir dele, fabricam e comercializam os remédios Escozul e Vidatox. Outra espécie endêmica na ilha é a medicina avessa às evidências. Submeter os estudos a uma publicação científica é considerado traição à pátria comunista, submissão ao imperialismo americano. Não há nenhuma comprovação de que o veneno funciona. No Pubmed, a maior base de dados científica sobre saúde no mundo, não há um registro sequer sobre o tal remédio. Sua suposta eficácia é um dos muitos mitos sobre a medicina cubana criados e perpetuados pelos irmãos ditadores Fidel e Raúl Castro para enganar governos incautos como o do Brasil, que pretende contratar 4000 médicos cubanos até o fim do ano (os primeiros 400 chegaram há duas semanas).
A mentira — e não apenas na medicina — é a principal política de estado na ilha dos irmãos Castro. A atual epidemia de cólera, por exemplo, que as autoridades não conseguem mais esconder, é controlada com um remédio homeopático. "Dar cinco gotas via oral de uma droga homeopática sem eficácia comprovada em um país onde não há tratamento adequado da água e onde a falta de higiene é regra parece uma piada de mau gosto", diz o médico cubano Eloy González, exilado nos Estados Unidos. Para se ter uma ideia de como Cuba está atrasada, a cólera foi erradicada no século XIX em vários países com o saneamento básico. Propagandear a obsoleta medicina cubana como avançada e pioneira é indispensável para a ditadura, que depende da exportação de mão de obra do setor de saúde para se sustentar. Os missionários de jaleco são atualmente a principal fonte de divisas do regime. Em dezesseis escolas de medicina, Cuba formou neste ano mais de 10 000 doutores e outros 20 000 profissionais de outras carreiras de saúde, como enfermagem e nutrição. Seria uma notícia boa em 1959, quando a Faculdade de Medicina de Havana era uma das dez melhores do mundo. Hoje o curso é uma vergonha e está em 68° lugar no ranking de qualidade da América Latina. Com as missões no exterior, pouquíssimos médicos ficam na ilha, o que levou ao fechamento de 54 hospitais nos últimos três anos. "Antes era preciso levar lençóis, lâmpadas, comida e seringas para o hospital para ser atendido. Daqui a pouco será preciso levar também o médico e a enfermeira", diz por telefone um morador de Havana, que preferiu não ser identificado. Não é incomum ser atendido por um jamaicano ou um estudante chinês, que falam o espanhol com dificuldade.
O regime cubano esconde a decadência do seu sistema de saúde por trás de um único indicador: a baixa taxa de mortalidade infantil. Trata-se, sem dúvida, do produto do esforço governamental — alcançado por meios antiéticos, para não dizer criminosos. Cuba pune os médicos que dão atestado de óbito a bebês com menos de 1 ano de vida. Testemunhei certa vez um patologista recusando-se a alterar a idade de dois bebês mortos, o que faria com que eles não entrassem na taxa de mortalidade infantil. Ele foi recriminado pelo diretor do hospital, que sofria forte pressão do Partido Comunista para manter a estatística em níveis baixos", diz González. Ao menor sinal de anormalidade no feto, as mulheres são submetidas a um aborto. O grande número desse tipo de operação reflete-se na elevada taxa de mortalidade materna, que também é uma conseqüência da falta de condições nos partos. Até oito semanas de gestação, o aborto é feito numa simples consulta médica, sem anestesia, com um aspirador. "O procedimento é traumático e feito sem os devidos cuidados", diz o clínico geral Pedro Riera.
Para evitarem as filas nos hospitais, é comum os pacientes darem uma caixinha ao médico. Vinte dólares é um bom agrado, mas um filme em DVD também é bem-vindo. Os doutores não ganham mais do que 40 dólares por mês e muitos estão abandonando a profissão. Na falta de remédios, receitam placebos feitos por eles próprios, na esperança de que os pacientes melhorem apenas pelo fator psicológico de acreditar que foram medicados. "Não há diagnósticos precisos nem medicamentos adequados, só dipirona", diz a advogada Laritza Diversent, de Havana. Ela levou seu filho de 14 anos ao hospital da cidade depois que ele cortou o pé durante uma partida de futebol. Voltou para casa sem a sutura necessária. "Não havia material para dar pontos, e ele ficou meses com o corte aberto e sangrando", diz Laritza.
Como tudo se reutiliza e as condições de esterilização estão longe das ideais, muitos pacientes pegam doenças de outros, como hepatite C, aids e sífilis. Em Cuba, câncer e aids ainda são tratados como tabu. A palavra câncer, aliás, não é utilizada. Na cartilha da medicina comunista, os tumores são chamados de "inflamação" ou "aumento" de certo órgão, para não assustar os pacientes. No passado, os soropositivos eram mantidos em prisões, isolados do resto da sociedade. O enclausuramento só foi abolido, por falta de recursos financeiros, nos anos 90, quando o país ficou sem ajuda da União Soviética. Ainda hoje, algumas doenças psiquiátricas são atribuídas à falta de ideologia comunista. A medicina de Cuba é cheia de exemplos a não ser seguidos — muito menos importados.
Com reportagem de Tâmara Fisch
Fonte: Clipping. Selecao de noticas. Veja/11 se setembro, 2013/73

viernes, febrero 03, 2012

Se establece en Cuba la especulación con un medicamento abortivo en tanto que los fetos ya formados se comercializan para hacer brujerías.

Se establece en Cuba la especulación con un medicamento abortivo en tanto que los fetos ya formados se comercializan para hacer brujerías.
El misoprostol son tabletas vaginales  que se utilizan  para interrumpir embarazos de pocas semanas. Cuando con estas tabletas el feto no es expulsado completamente, hay que realizar legrados diagnósticos con urgencia en los que pueden ocurrir complicaciones. Las más frecuentes son hemorragias, peritonitis y perforaciones del útero.
En los hospitales gineco-obstétricos, donde se hallan estas tabletas,  médicos y enfermeras que sólo piensan en el dinero y no en el peligro que puedan correr  los  pacientes, venden cada tableta de  Misoprostol a 20 CUC, por lo que lo que  una caja de cuatro tabletas puede llegar a costar 80 CUC.
Desde hace un buen tiempo, el uso del Misoprostol se ha convertido en el  método más  fácil para abortar de muchachas cuyas edades van de los  13 a los 20 años. Entre mujeres mayores de esa edad, su uso es menos frecuente.
Estas tabletas se introducen una en el cuello de útero y las otras dos en el centro para que pueda dilatarse el útero y así expulsar por segmentos el feto. Muchas  jóvenes que no quieren que sus padres sepan que están  embarazadas  se introducen ellas mismas las tabletas o piden ayuda a sus amigas.
Los médicos y enfermeras(os) que venden estas tabletas por la izquierda  no se las colocan a sus compradoras ni se responsabilizan  con las consecuencias de su uso.
Según la fuente de esta información, que prefirió no identificarse por temor a ser despedida del hospital donde trabaja, frecuentemente restos de fetos son encontrados en la basura. Se ha conocido que fetos ya formados  son vendidos a  santeros para hacer trabajos de brujería.
Foto: Misoprostol, tabletas abortivas. Cortesía de Dania Virgen García.
*Periodista independiente cubana. Edita  El Blog de Dania. Sus artículos aparecen en varios sitios webs de temas cubanos.

viernes, marzo 11, 2011

El Dr. Oscar Elías Biscet, destacado luchador por la libertad de Cuba, fue excarcelado hoy.

La noticia es alentadora, El Dr. Oscar Elías Biscet, quien cumplía un injusta condena de 25 años en una cárcel de la Habana, fue excarcelado hoy. Aquí la información:
El gobierno de Cuba liberó el viernes al médico Oscar Elías Biscet, quien rechazó el exilio en España y es el más emblemático de los 52 opositores que prometió excarcelar en un inédito diálogo con la Iglesia Católica, confirmó el propio opositor la AFP.
"Estoy bien, muy contento de este reencuentro con la familia. No voy a decir que voy a continuar en la oposición porque ni en la cárcel dejé de mantener una actitud contestataria contra este gobierno y los abusos que comete'', dijo por teléfono Biscet, de 45 años y quien purgaba una condena de 25.
Foto a la derecha el Dr Oscar Elias Biscet junto a su esposa antes de su ultima detencion y encarcelamiento por 7 años.
Así que seguiré luchando porque sean respetados en Cuba los derechos humanos, la libertad de prensa, de palabra'', añadió el médico, que fue llevado de la cárcel Combinado del Este, en La Habana, a su casa en el barrio de Lawton -centro- por tres agentes de la policía política, según contó.
Biscet es el líder de la Fundación Lawton, una asociación ilegal de Derechos Humanos que se opone al aborto. Estuvo preso de 1999 a octubre de 2002, pero un mes después de salir de la cárcel fue detenido y luego juzgado en 2003 en el grupo de los 75 disidentes condenados ese año a entre 6 y 28 años de cárcel.
El opositor fue escogido en 2007 para la "Medalla Presidencial de la Libertad'' por el entonces presidente de Estados Unidos, George W. Bush, quien recibió en enero de 2008 en la Casas Blanca a su esposa, la enfermera Elsa Morejón. En 2009 Biscet fue nominado al premio Príncipe de Asturias de la Concordia (España).
Tras un diálogo iniciado en mayo de 2010 con la Iglesia, el gobierno de Raúl Castro comenzó en julio un proceso gradual de excarcelación de los 52 disidentes que quedaban en prisión de los 75 detenidos en 2003, considerados presos de conciencia por Amnistía Internacional.
De los 52, 40 viajaron a España con sus familiares y doce no aceptaron salir a ese país, de los cuales nueve -con Biscet- ya fueron excarcelados y se hallan en Cuba y tres aguardan su liberación.
Información relacionada:

martes, julio 08, 2008

Cuba-trained doctors best hope for South Sudan.

By SKYE WHEELER,
JUBA, Sudan, Sunday, Jul 06, 2008 22:33 PM (EAT)
They left as children and teenagers, crossing the border between dry southern Sudan and Ethiopia before being transported half a world away to the green strangeness of Cuba’s Isla de la Juventud.
Now more than two decades later, some of the 600 children who were sent to Cuba for education during Sudan’s north-south conflict are home, speaking Spanish, dancing salsa and working to rebuild their land after Africa’s longest civil war.
Among those who have returned -- the so-called “Cubans” -- are 15 doctors, including Daniel Madit, who left in 1986 aged 11. He was already a sergeant in the south’s rebel army.
We were not forced to leave, we were sent on a mission and it is not completed,” he said at the end of a refresher course he was taking before starting to work in the south.
When Dr Madit left, rebels in the mainly Christian south, supported by Marxist Ethiopia, were fighting soldiers of the mainly Muslim north in a war over ideology, resources, ethnicity and religion, that was to claim more than two million lives.
As a client state of the Soviet bloc, Ethiopia had long-standing ties with Cuba. Cuba, for its part, provided support to socialist guerrilla movements and regimes in Africa,” said Carol Berger, a former journalist and anthropologist now completing a doctorate at the University of Oxford.
The SPLA (southern rebel group) was one of those movements which received basic education and military training inside Cuba. While the SPLA was never noted for having much of an ideological position, for at least the first decade of the war, Cuba was considered a loyal and generous ally,” said Ms Berger.
A north-south peace deal was finally signed in 2005. The southern Sudanese, who had been educated in Cuba but then stuck in limbo for years as their host country’s economy collapsed, the rebels at home split and the war dragged on, began to return, some after years as refugees in Canada.
Read the complete article made CLICK HERE.
Additional Information: Cuba to Juba: south Sudanese doctors come home.
Photo: Dr Martha Martin Dar, a southern Sudanese doctor trained in Cuba, attends to patients at Juba Teaching Hospital in Juba June 14, 2008. They left as children and teenagers, crossing the border between dry southern Sudan and Ethiopia before being transported half a world away to the green strangeness of Cuba's Isla de la Juventud. Now, more than two decades later, some of them are back, working as doctors. REUTERS/Skye Wheeler

miércoles, junio 04, 2008

La Doctora Hilda Molina, los Neurotrasplantes y el CIREN.

Por: Dr. José Ángel Valdez.
A finales de los ochenta comenzó en Cuba, principalmente en los Hospitales de la Habana y también en algunos hospitales del país, un proceso de selección de médicos jóvenes con el objetivo de formar parte de un grupo de científicos, de primer orden, de primer nivel. Gente sacrificada que fuera capaz de trabajar 12 horas diarias, o permanecer 12 horas diarias de lunes a viernes, y el sábado de manera alterna, un sábado hasta las 2 de la tarde y otro hasta la 7 de la noche, comenzando lo horarios a las 8 para los médicos y a las 7 las enfermeras. Eso era conocido en el argot médico cubano como horario de contingente, similar a lo que venía ocurriendo en el llamado Polo científico, lo cual no era más que una forma de tener a la juventud aislada, sin tiempo para pensar y reunirse; porque ese en fin de cuentas es el objetivo primario de la dictadura-tiranía, impedir que los jóvenes piensen y se reúnan.
Me encontraba realizando la Especialidad de Medicina Interna, en el Hospital Clínico-Quirúrgico de 10 de Octubre, conocido por los cubanos de antaño como La Dependiente; luego de haber estado casi tres años en este hospitalito que estaba casi igual que en su fundación allá por 1879; decidí enrolarme en lo que llamaban Neuro-trasplante. En aquellos tiempos venían los Dres Lázaro Álvarez y el Dr. Padrón, buscando médicos jóvenes y fui seleccionado como alrededor de 300 médicos más en todo el país.
No sabíamos bien de que se trataba, pero nos decían que hacían falta Internistas para el manejo integral de los pacientes que serían operados de Parkinson, ahí es cuando luego de varias entrevistas dirigidas por la Dra. Hilda Molina y el Dr. Antonio Santana, fuimos seleccionados inicialmente tres médicos jóvenes que no diré sus nombres para no implicarlos en nada.
Nos trasladaron al CIMEQ en tan solo una semana luego de saber que habíamos sido aprobados, lo cual constituye un verdadero récord, bajo la ayuda de un tal Dr. Antúnez, otra crápula corrupta del MINSAP, y como por arte de magia en tan solo una semana estábamos en el susodicho CIMEQ, que no es más que el Hospital donde se atienden los principales represores del pueblo cubano, la camada de los generales, los coroneles, los miembros de los órganos represores de MININT, la DI, LA CIM, y todos los desgraciados que oprimen al resto de los esclavos que habitan la Isla. Tiempo después que coincidió con nuestra permanencia en esta institución capitalistoide, fueron añadidos a la lista de pacientes las hordas fascistas del llamado contingente Blas Roca, los miembros del Polo científico y los héroes nacionales del trabajo, con el objetivo de aparentar que era una institución del pueblo y para el pueblo; porque inicialmente desde su fundación allá por 1982 y hasta 1990 era un hospital exclusivo de los que se robaron la Patria y todo lo demás.
Desde el primer día nos dimos cuenta de la gigantesca envidia que sentían lo llamados trabajadores del llamado CIMEQ, porque éramos gente que en un futuro iría a trabajar con la Dra. Hilda Molina Morejón, la llamada fundadora del inicialmente llamado Centro Ibero-latinoamericano de Neurotrasplante y luego llamado CENTRO INTERNACIONAL DE RESTAURACIÓN NEUROLÓGICA, el significado de las siglas CIREN, y que actualmente es dirigido por otra perla llamado Julián Álvarez, y continúan haciendo lo que ya hacía Hilda Molina, luego de los no aparentes muy buenos resultados con los trasplantes, o sea REHABILITACIÓN NEUROLÓGICA, gracias a la labor importante de muchos ex/atletas, rehabilitadores, profesores de Educación Física, verdaderos profesionales en lo que hacían pero con la mala paga característica de este régimen de opresión, odio y mentira .Nos llamaban en tono de burlita…ellos son los de NT o sea Neurotrasplante. Es interesante observar como es la envidia, los del CIMEQ eran unos privilegiados con relación a cualquier trabajador de la salud, pero nos envidiaban porque supuestamente los trabajadores del llamado CIREN íbamos a estar mejor que los del CIMEQ, pero estos últimos no eran capaces de mirar hacia otros trabajadores del sistema de salud cubano, o sea los otros hospitales de la Habana o del resto del país, pura envidia callejera o de barrio.
La envidia era generalizada o sea todos o casi todos los del CIMEQ eran una partida de envidiosos, pero esta era aún más marcada entre la cúpula de los tracatanes-chivatones, perros reptiloides, de los principales dirigentes del Hospital comenzando por la plasta de Alfredo Hernández Martínez, Gil Reyes Llerena, y los neurocirujanos, el hoy fallecido Roger Figueredo, su equipo, su hijo y otros dos o tres niñitos lindos que iban al CIMEQ, así como otra plasta que responde al nombre de Domingo Díaz, uno de los subdirectores por aquel entonces y que en mi opinión personal no era más que un holgazán, cirujano mediocre que no sabía de clínica, y que abusaba constantemente del poder con sus subordinados ya fueran clínicos o cirujanos.
Nuestra labor era estar hasta la 5 de la tarde en el hospital CIMEQ, lo cual nos permitió ver de cerca todo o mucho de lo que contribuiría a despertar de nuestro letargo y descubrir con nuestros propios ojos, las prebendas y lujos de los llamados dirigentes, esa banda de delincuentes corruptos, mitómanos, que han sometido a nuestra Patria, a nuestros hermanos y a nosotros mismos a un sistema totalitario. En estas circunstancias el terror y la represión son la fuerza de su estandarte; lo cual ya está cambiando para bien de nuestra Patria y de nuestros hermanos, gracias a hombres y mujeres que dentro de nuestra Patria son más firmes y contundentes en su lucha. Desde adentro, hombres y mujeres como los titanes Dr. Biscet, Antúnez, mujeres como las Damas de Blanco, Yoani y muchos más que siguen luchando a lo largo y ancho de la Isla en aras de derrocar a esta cruel tiranía, que actualmente está emitiendo sus últimos suspiros.

lunes, junio 02, 2008

Obtención y manipulación de fetos en Cuba con fines experimentales y terapéuticos.


Hemos recibido esta información por medio de un correo electrónico, aún cuando esta bien identificada la fuente, no aparece el nombre de la persona que escribe y envía el correo electrónico. Es así que estamos en presencia de una información muy controversial y toca por una parte a la figura de la Dra. Hilda Molina, destacada neurocirujana cubana que esta, desde hace mucho tiempo es el centro de una aguda controversia entre los gobiernos de Cuba y Argentina. La Dra. Molina rompió con el régimen dictatorial de Cuba y ha sido objeto de todo tipo de ataques a su honra y reputación. Se le ha negado desde hace 14 años el permiso de salida de Cuba. Parejo con esto se ha cuestionado su trabajo en el CIREN y la posible utilización de fetos y material fetal proveniente de los cerebros de estos fetos en sus prácticas de investigación. Ofrecemos el espacio de este Blog no solo para incluir estos datos recibido por E-mail, sino para favorecer un intercambio honesto y útil sobre este tema; que de una vez aclare cuanto hay de cierto en estas prácticas de dudosa interpretación a la luz de los principios éticos en la experimentación y la terapéutica. El Editor.
Lo que nos revelan de Hilda Molina.
Esta enfermera vive en la actualidad en Los Ángeles California, su nombre es Niurka Jiménez y afirmo "que si tiene que pararse dentro de un juez de los Estados Unidos, y testificar contra Hilda Molina, dirá todas las atrocidades que la Dra. Molina experimentó en Cuba".
Ella relata con lujos y detalles hasta donde llegó la monstruosidad de los experimentos de esta Dra. (Se refiere a la Dra. Hilda Molina)
Esta es la historia que nos deja saber una vez más que en Cuba tu no eres un ser humano, eres un número del gobierno para hacer contigo lo que ellos quieran hacer, y tu destino esta en las manos de la cúpula comunistas. Una joven embarazada no es dueña de su hijo que está engendrando , también es pertenencia del estado cubano.
Niurka Jiménez trabajó durante mucho tiempo a las órdenes de la Dra. Molina, a la que ellas llamaban (LA DICTADORA) porque la palabra de la Dra.es la única que prevalecía sobre todos los hospitales donde trabajaban. Ella era dueña y señora de todos los experimento llevados a cabo en diferentes clínicas cubanas.
Dra. Molina fue la fundadora del CIREN (CIREN, Centro Internacional de Restauración Neurológica), Niurka Jiménez trabajaba directamente junto a ella. Según dice la señora Jiménez, que la comparación de lo que hizo Hilda Molina, y el régimen de Fidel Castro, es solo comparable con lo que hicieron los NAZIS durante el tiempo del holocausto en contra de los Judíos. Esto es tan penoso, doloroso, y salvaje que solo contado por la señora testigo de los hechos se puede creer.
Allí, se inspiraban (¿) fetos, muchos de ellos se extraían vivos, de las madres.
Antes se llamaba Centro Latinoamericano de Neuro Trasplante, donde se haciand trasplantes del sistema nervioso de un feto de 12 semanas, al sistema nervioso de la persona enferma de Parkinson. Esto era un convenio, según teníamos entendido, las enfermeras, que no estábamos directamente bien informadas, era solo lo que escuchábamos.
Así era el convenio con el Hospital González Coro, Sagrado Corazón, como se conocía antes del triunfo de la Revolución.
Con un feto que extraían no con conocimiento de la madre. A la madre se le decía que el feto presentaba síntomas de anormalidades, pero que había que esperar a las 12 semanas de embarazo, que eso inclusive es incorrecto, porque un aborto no se debía realizar ya en ese tiempo, porque ya el feto estaba completamente desarrollado, su corazoncito latiendo y todos su órganos bien definidos.
Se esperaba a las doce semanas, se le estaba chequeando que el feto no estaba muerto, que no estaba mal formado y era un feto sano y salvo. Entonces se hacían sonogramas pero con MINI CESAREAS. Este proceso lo hacían en el González Coro, un Hospital Gineco-obstetrico. Los responsables eran los Especialistas responsables de tal acción. Este feto era para implantar en el sistema nervioso de pacientes.
Un aborto en sistemas de países serios y civilizados de 12 semanas es muy complicado, desde el punto de vista legal, moral, y sociológico para la madre. Pero no es así en Cuba.
La orden para ese procedimiento la dictaba Hilda Molina, el Dr. Santana, Neurocirujano, era el escogido del CIREN, de Mariano, pues la Dra. Molina con otros enfermeros y doctores salieron del Neurológico, con la brillante idea de ella.
Entonces el Dr. Santana era del hospital del CIREN de Marianao que era un hospital militar. Era Militar pues todos los doctores que trabajaban allí se vestían de militares.
Nosotras le llamábamos (HITLER), porque La época era muy parecida a los experimentos que se hacían en aquel entonces en la Segunda Guerra Mundial. El Dr. Santana estaba involucrado, pero la Dra. Molina era la jefa, ella era el cerebro de todo esto, las ideas salían de ella.
Todas las enfermeras allí, veíamos llegar a estos fetos y no nos decían todas las informaciones. A nosotros nos tenia prohibido hablan entre nosotras, pues se imaginaba que no estábamos de acuerdo con este procedimiento. La repulsión que sentíamos al ver todo esto, nos íbamos a vomitar afuera del hospital.
Esto fetos eran utilizados para tratar pacientes con el Mal de Parkinson, que no mejoraban, seguían con su enfermedad y muchos se morían. Esto trasplantes jamás se hicieron en un paciente extranjero, solo en cubanos, monos, ratas, y en conejos. La Dra. Molina con este procedimiento no solo mataba al feto, también el paciente se moría.
Nosotros decíamos que esto era como un globo, porque cuando se pinchara, un día reventaría. Eso era una investigación que ella quería y aseguraba que si, que era valida, que iba a traer buena consecuencias, pero nunca veíamos que los pacientes que entraban en terapia y muchos de ellos de ahí no salían, no los veíamos más.
Esta aterradora historia que solo se podía comparar con la MENGUELE DE LOS NAZIS. Otros experimentos que hacían con pacientes que iban a ser operados, venían de pacientes muertos. Yo participé directamente allí, de eso puedo hablar con lujos de detalles.
De tres hospitales designados para las investigaciones, escogieron a una serie de enfermeros, los hospitales eran, Calixto García, que está en el Vedado, otro del CIREN, de la Habana del Este. Teníamos que trabajar directamente en le departamento de Anatomía Patológica, 24 por 24. Unos trabajábamos un día entero, una ronda de 24 horas y otra enfermera nos suplía por 24 horas más.
Estos pacientes fallecidos por muerte natural, pero no podían tener cáncer o enfermedades contagiosas, y tenían que ser entre las edades de 45 a 55 años de edad. Eso era un requisito. Después de la autopsia que se comprobaba que ese paciente no tenia ninguna enfermedad, esto se hacia sin que los familiares supieran anda de esto.
Entraba el fallecido al departamento de Anatomía Patológica, y se extraía de varios órganos unos pedacitos de tejido y eso iba para información., para implantar en el sistema nervioso de las personas con el mal de Parkinson, e incluso también injertarlo, implantarlo en la medula espinal, para los pacientes parapléjicos, cuadripléjicos también. Hay que aclarar aquí, que los muertos para estos experimentos no podían tener más de seis horas muertos. Enseguida se extraían esos tejidos del hígado que estaba fresco y sano, ellos lo venían a buscar y los transportaban cuando una enfermera llamaba, daba su código, por ejemplo yo, decía, (alerta roja), sabían que era yo, iban a mi hospital donde trabajaba que era el Calixto García, y usaban una ambulancia para que no hubiera tráfico y su transporte fuera mucho más rápido. Lo llevaban a la avenida 25, que era el centro de investigación , y se lo llevaban en una neverita fría.
Cuando ellos se dieron cuenta que no era satisfactorio, los pacientes cubanos seguían muriendo, fue entonces que pararon esa investigación. Así son los hospitales del pueblo. Cuando un paciente moría solo se daba la explicación, hicimos todo lo posible, discúlpenos, lo sentimos muchísimo y ya eso era todo.
En un paciente extranjero iba a pedir mucho más explicaciones y el caso se complicaba, a darle razones por una muerte que a lo mejor fue provocada para un experimento.
Todo estaba preparado de una manera que nadie sospechara, pues había sicólogas y siquiatras que les decían a los que ingresaban en los hospitales por enfermedades crónicas, que su vida iba volver a la normalidad nada más terminara el tratamiento.
La Dra. Molina era el cerebro de todos estos experimentos. Inclusive Fidel le dijo, que el cerebro de Hilda Molina le pertenecía a él.
Como ustedes ven escribir todo esto, siendo madre y abuela, tuve que levantarme muchas veces de mi asiento delante de la computadora, pues era tan agotador y desafiante para mi saber todo esto, que muchas veces no podía más. Pero este crimen no se puede callar y mucho menos ocultarlos.
El mundo tiene que ver lo que es Cuba, una Isla que pertenece a los Castros, donde único dominan los Castros y que ese latifundio de tierra es para satisfacer los engaños, a que es sometido un pueblo que le sirve a ellos, SOLO DE CONEJILLOS DE LA INDIA.
Espero que esto se lea y se asimile tal cual es, un laboratorio cubano, por la cúpula comunista de Cuba, donde solo el pueblo tiene la dictadura y el yugo de ser solo un número en la fila del comunismo. Así quedará en la historia, que sus hechos prevalecerán para toda una vida del régimen de Castro en Cuba.
Nota del Editor: Hemos incluido el texto sin hacer cambios en la sintaxis, algunos notas las mostramos entre paréntesis. Una foto que se adjuntaba al texto, aún cuando no tiene dato alguno, la hemos incluido.

viernes, abril 18, 2008

Aborto, suicidios y homicidios en Cuba.

“No mates”
50 días de oración por Cuba.
No matarás. Éxodo 20:13
Oísteis que fue dicho a los antiguos: No matarás; y cualquiera que matare será culpable de juicio. Pero yo os digo que cualquiera que se enoje contra su hermano, será culpable de juicio; y cualquiera que diga: Necio, a su hermano, será culpable ante el concilio; y cualquiera que le diga: Fatuo, quedará expuesto al infierno de fuego. Mateo 5:21
La vida humana es sagrada; sólo Dios es Señor de la vida desde el principio hasta el fin; el hombre no es más que administrador, y debe cuidar de la vida propia y de la de sus semejantes. El sexto mandamiento prohíbe lo que atenta injustamente contra la vida propia y ajena; pero no debe entenderse en sentido preferentemente negativo, pues el Señor Jesús ordena el amor los unos para con los otros, aun hacia los enemigos, como aspecto positivo del contenido principal de este precepto. El sexto mandamiento no solo ordena "no matar"; también prohíbe las riñas, golpes, envidias, etc., y sobre todo manda el respeto y cuidado exquisito de la vida humana, que es don de Dios. Así lo aclaró nuestro Señor Jesucristo en Mateo 5:21-22.
Aborto: Dijo la Madre Teresa de Calcuta respecto al aborto: “El aborto es un asesinato en las entrañas... Un niño es un regalo de Dios. El Perfil Estadístico de la Mujer Cubana, publicado en 2000 por la gubernamental Oficina Nacional de Estadísticas (ONE), reveló que entre 1968 y 1996 se registraron 5,6 millones de nacidos vivos y se realizaron unos 3,2 millones de abortos. Actualmente, se realizan unos 100 mil abortos anuales en Cuba.
Suicidio: “Hace falta más valor para sufrir que para morir”. Napoleón Bonaparte
Cuba ha sido una de las naciones con más suicidios per cápita del hemisferio occidental. En los últimos 20 años la tasa de suicidio en Cuba bajó de un 24,6 a un 13,6 por cada cien mil habitantes, lo cual representa una reducción de más de mil suicidios anuales. Los índices siguen siendo altos (1 530 personas anuales) La tasa de mortalidad por lesiones auto infligidas intencionalmente fue de 13.3 por 100,000 habitantes durante el 2003. (Anuario2003. Organización Panamericana de la Salud.)
Homicidios: La tasa de mortalidad por agresiones fue de 5.7 por 100 000 habitantes durante el 2003, según informe de la Organización Panamericana de la Salud. (641 personas anuales).
Muertes por Contiendas Gubernamentales: Las contiendas políticas entre cubanos, ha sido la manera en que nuestro pueblo más ha infringido el sexto mandamiento.
Oremos Juntos: Padre, humillados ante tu presencia reconocemos que hemos pecado contra ti. Sabemos que la vida de un hombre es más importante que nada en el mundo. Amado Señor borra las heridas que este pecado ha dejado en el corazón de los cubanos a lo largo de varias generaciones, ayúdanos a perdonarnos y abrazarnos los unos a los otros sin odios ni rencores. Estamos unidos en oración para que Tu hagas el milagro y podamos amarnos y hacerlo aun con nuestros enemigos. Amén
Para Meditar: La vida es un don de Dios, rechacemos todo pensamiento y acción que la limite.
50 dias de oración por Cuba.